← Voltar ao início

Setor · Sucroenergia

Automação industrial para usinas de açúcar, etanol e cogeração.

Arquitetura PlantPAx, modernização SCADA, controle de cogeração e integração OT/IT para usinas de cana, etanol de milho e plantas integradas. Engenharia com base em Maringá-PR, atendendo usinas em todo o Brasil.

Stack
PlantPAx · FactoryTalk · ControlLogix
Foco
Cana · Etanol de milho · Cogeração
Janela
Entressafra para cutover

Pontos de atenção

Sinais clássicos de que a usina precisa evoluir o controle.

01

SCADA cresceu sem padrão entre áreas

Recepção, extração, tratamento, evaporação, cozimento, fermentação, destilação e cogeração com telas, alarmes e tags inconsistentes. Operação depende de quem está no turno.

02

Cogeração desliga por intertravamento mal projetado

Trip de turbina ou caldeira por causa raiz não documentada, sem hierarquia clara de alarmes, sem rastreabilidade do evento. Custo de parada virou recorrente.

03

Dado de produção não chega na gestão

Volume moído, ATR, rendimento, balanço energético, OEE — tudo planilhado a mão. Integração OT/IT virou pauta da diretoria mas falta arquitetura.

04

Cibersegurança OT virou requisito de auditoria

Cliente, seguro ou auditoria interna passaram a exigir IEC 62443. SCADA sem segmentação, sem hardening, com acesso remoto frágil — e prazo curto para responder.

05

Modernização travou no medo de parar a moenda

Projeto aprovado mas paralisado por falta de plano de cutover seguro. Janela de entressafra é curta e pressionada pela meta da próxima safra.

06

Manutenção depende de conhecimento tribal

Quem entende a lógica entrou na usina há 10 anos. Documentação inexistente ou desatualizada. Risco operacional concentrado em poucas pessoas.

Método

Da safra atual ao startup da próxima, com risco controlado.

  1. Diagnóstico durante a safra: mapeamos em campo o processo, os controladores, as redes e os painéis existentes, consolidando a Lista de I/O e Instrumentação e identificando gargalos operacionais sem interferir na moagem.
  2. Arquitetura-alvo e Especificação Funcional: projetamos a Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) segmentada por zonas (recepção, extração, fábrica de açúcar, destilaria, cogeração e utilidades) e redigimos a Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS).
  3. Engenharia de aplicação e intertravamentos: desenvolvemos o código padronizado, as telas de alta performance (ISA-101), a filosofia de alarmes (ISA-18.2) e a Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) para proteção de caldeiras, turbinas e processo.
  4. TAF/FAT integrado por área: executamos o Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica (TAF/FAT) com simulação de malhas e intertravamentos críticos — partida de moenda, controle de pressão de vapor, sincronismo de geradores e sequências de emergência.
  5. Cutover escalonado na entressafra: aplicamos o Plano de Cutover com Rollback iniciando por utilidades e geração de vapor antes das áreas de processo, validando cada subsistema no Teste de Aceitação em Campo (TAC/SAT).
  6. Startup assistido e entrega As-Built: acompanhamos presencialmente a partida da safra para sintonia fina de malhas PID, consolidação de KPIs, treinamento das equipes de turno e entrega da Documentação As-Built completa.

Entregas técnicas

Engenharia e documentação entregues para operação contínua de moenda, destilaria e cogeração.

Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) com servidores FactoryTalk View SE redundantes, topologia Ethernet/IP em anel (DLR) ou estrela redundante, estações de operação padronizadas e FactoryTalk Historian centralizado.

Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS), Lista de I/O e Instrumentação e Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) cobrindo recepção de cana, preparo e extração, tratamento de caldo, evaporação, cozimento, fermentação e destilação.

Controle dedicado de cogeração e utilidades: malhas de combustão e nível de tubulão em caldeiras de biomassa, controle de pressão de headers de vapor, proteção de turbogeradores, sincronismo com a rede e gestão de exportação de energia.

Integração vertical OT/IT via OPC UA com PIMS/Historian, ERP (SAP/TOTVS), sistema laboratorial (PCTS/ATR) e MES para consolidação automática de balanço térmico, rendimento industrial e OEE.

Cibersegurança OT baseada na IEC 62443: segmentação lógica em zonas e conduítes, DMZ industrial, hardening de servidores SCADA, controle de acesso remoto seguro e backup automatizado de código e aplicação.

Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica e Campo (TAF/FAT e TAC/SAT), Plano de Cutover com Rollback e Documentação As-Built entregues para garantir autonomia da equipe de manutenção e operação 24/7.

FAQ

Perguntas frequentes sobre automação para sucroenergia.

Quando trocar SCADA legado por arquitetura PlantPAx em uma usina?

Quando o SCADA atual cresceu sem padrão (telas, alarmes e tags inconsistentes entre áreas), quando a integração OT/IT exige rastreabilidade que o legado não entrega, ou quando a manutenção depende de conhecimento tribal de uma ou duas pessoas. O PlantPAx é indicado para usinas com cogeração crítica, ciclo de vida longo e exigência de governança operacional padronizada.

Cogeração: PLC dedicado ou integrado ao DCS da usina?

A definição segue a criticidade da geração e a malha de segurança. Cogeração de exportação com sincronismo na concessionária e proteção de turbina e caldeira exige controlador dedicado com classificação SIL aplicável, integrado ao DCS via OPC UA e rede determinística. Cogeração dedicada ao consumo interno opera na arquitetura PlantPAx em zona de controle e segurança segregada.

Como modernizar SCADA sem parar a moenda?

A entressafra é a janela de execução física, mas a engenharia ocorre durante a safra anterior. O método combina diagnóstico em operação, definição da arquitetura-alvo, elaboração de FDS e Matriz de Causa e Efeito, TAF/FAT com simulação integral dos intertravamentos críticos, cutover escalonado por área (utilidades antes do processo) com plano de rollback, e TAC/SAT assistido na partida da safra.

Etanol de milho usa o mesmo stack de etanol de cana?

Compartilha a plataforma base (PlantPAx, FactoryTalk, ControlLogix e redes CPwE), mas exige engenharia de processo específica para moagem de milho, liquefação, sacarificação, fermentação contínua ou batelada, destilação e secagem de DDGS. As bibliotecas de controle e receitas ISA-88 são parametrizadas para cada matéria-prima, permitindo operação dedicada ou flex (cana e milho) na mesma arquitetura.

Próximo passo

Transforme o desafio da planta em um plano de engenharia executável.

Compartilhe o processo, a plataforma atual, as janelas de parada e o objetivo operacional. Estruturamos o escopo técnico com entregáveis claros, do diagnóstico ao startup e operação assistida.

Converse diretamente com Rafhael Feitosa