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Setor · Química e baterias

Automação para processos químicos, baterias e manufatura de peças.

Processos químicos contínuos e em batelada, formação e enchimento de baterias chumbo-ácido e lítio, manufatura discreta. PlantPAx, segurança funcional IEC 61511 (SIL), integração com LIMS e MES.

Stack
PlantPAx · ControlLogix · GuardLogix
Foco
SIL · Batch · Manufatura
Normas
IEC 61511 · HAZOP · LOPA

Pontos de atenção

Desafios recorrentes em química, baterias e manufatura.

01

SIS misturado ao BPCS

O sistema instrumentado de segurança compartilha o controlador básico de processo, violando a independência de camadas exigida pelo HAZOP/LOPA e pela norma IEC 61511.

02

Reações exotérmicas sem proteção redundante

A perda de utilidade fria ou falha em válvula de controle sem malha de parada de emergência independente expõe o reator a runaway térmico e sobrepressão.

03

Formação de bateria sem rastreabilidade célula a célula

Histórico de carga em planilha. Garantia de campo difícil de honrar quando cliente reclama.

04

Manufatura discreta sem MES

OEE estimado, refugo registrado a posteriori, mudança de set-up demorada. A linha opera abaixo do ponto ótimo de desempenho.

05

LIMS isolado do processo

Análise sai do laboratório, vai para planilha, operador ajusta na intuição. Atraso entre medição e ação reduz qualidade.

06

Dossiê de segurança desatualizado

O HAZOP não acompanha as mudanças de processo e as premissas antigas deixam de representar a planta atual. A rastreabilidade das alterações fica comprometida.

Método

Da análise de risco (HAZOP/LOPA) ao startup validado com independência entre BPCS e SIS.

  1. Diagnóstico de processo e segurança funcional: levantamos em campo os reatores, sistemas de dosagem, retificadores de formação, linhas discretas e utilidades, consolidando a Lista de I/O e Instrumentação e confrontando a planta física com os estudos HAZOP/LOPA.
  2. Arquitetura-alvo e Especificação Funcional: projetamos a Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) com segregação estrita entre BPCS (ControlLogix) e SIS (GuardLogix), documentando tudo na Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS) e na SRS (Safety Requirements Specification).
  3. Engenharia de bateladas ISA-88 e intertravamentos SIL: desenvolvemos o controle de receitas químicas, perfis de formação de baterias e a Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) com blocos certificados para funções instrumentadas de segurança (SIF).
  4. TAF/FAT integrado e validação de malhas de segurança: executamos o Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica (TAF/FAT) simulando bateladas completas, desvios exotérmicos, atuação de trip SIL, votação de sensores (1oo2, 2oo3) e bloqueios de qualidade LIMS.
  5. Cutover em parada programada e testes de prova (Proof Tests): aplicamos o Plano de Cutover com Rollback por unidade de processo, validando malhas de campo, válvulas de bloqueio de emergência (SDV/XV) e lógica no Teste de Aceitação em Campo (TAC/SAT).
  6. Startup assistido e entrega As-Built: acompanhamos a partida com produto real, ajustamos sintonias de controle de temperatura e pressão, treinamos operação e manutenção e entregamos a Documentação As-Built completa para o dossiê de segurança.

Entregas técnicas

Engenharia e documentação entregues para reatores químicos, segurança SIL, baterias e manufatura.

Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) para controle básico de processo (BPCS) aliada a controladores GuardLogix independentes para o Sistema Instrumentado de Segurança (SIS) conforme IEC 61511.

Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS), Lista de I/O e Instrumentação e Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) detalhando votações de sensores, ações de trip, permissivos de partida e estados seguros de reatores e tancagem.

Gestão de bateladas químicas baseada na norma ISA-88: dosagem mássica de reagentes e solventes, rampas térmicas de aquecimento/resfriamento, controle de pressão/inertização com N2 e registro eletrônico de batelada (EBR).

Automação para fábricas de baterias (chumbo-ácido e lítio): moinhos de óxido, misturadores de massa, linhas de enchimento ácido, bancas de formação com controle de retificadores, monitoramento térmico e exaustão/lavadores de gases.

Automação de células de manufatura discreta e integração vertical OT/IT com LIMS laboratorial, MES (OEE, rastreabilidade serial/lote) e ERP (SAP/TOTVS), sob arquitetura de cibersegurança OT (IEC 62443).

Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica e Campo (TAF/FAT e TAC/SAT), Plano de Cutover com Rollback e Documentação As-Built entregues para conformidade regulatória e gestão de mudanças (MOC).

FAQ

Perguntas frequentes sobre química, baterias e manufatura.

SIL é sempre necessário em automação química?

A exigência de uma Função Instrumentada de Segurança (SIF) e o nível de integridade (SIL 1, SIL 2 ou SIL 3) são determinados pelos estudos de perigos e camadas de proteção (HAZOP e LOPA) conforme a norma IEC 61511. A arquitetura de engenharia assegura a independência física e lógica exigida entre o Sistema Básico de Controle de Processo (BPCS em ControlLogix/PlantPAx) e o Sistema Instrumentado de Segurança (SIS em GuardLogix), evitando falhas de causa comum.

Formação de bateria exige perfil de carga preciso. Como automatizar?

Cada tecnologia (chumbo-ácido inundada/AGM/EFB ou íons de lítio NMC/LFP) exige curvas estritas de corrente, tensão, densidade de eletrólito, temperatura de banho e degasagem. A automação coordena retificadores de formação, controla o resfriamento e a exaustão de gases (H2), executa receitas parametrizadas por modelo e grava a genealogia elétrica completa por banca e lote para rastreabilidade de garantia.

Manufatura discreta de peças usa o mesmo PlantPAx que processo contínuo?

O PlantPAx governa os processos contínuos e em batelada (reatores, preparação de pasta/óxido, dosagem química e utilidades). Nas linhas de montagem e manufatura discreta de alta velocidade, aplicamos arquiteturas ControlLogix e CompactLogix com controle de movimento determinístico, segurança de máquinas (IEC 62061 / ISO 13849) e supervisão FactoryTalk integrada ao MES.

Como integrar laboratório de qualidade ao processo químico?

Os resultados analíticos do LIMS (concentração, pH, viscosidade, densidade, ponto de fulgor e pureza) são integrados via OPC UA ou APIs diretamente ao gerenciador de bateladas ISA-88 no PlantPAx. As fases do reator aguardam a liberação eletrônica de qualidade ou calculam automaticamente o ajuste estequiométrico de correção, eliminando transcrição manual e lotes fora de especificação.

Próximo passo

Transforme o desafio da planta em um plano de engenharia executável.

Compartilhe o processo, a plataforma atual, as janelas de parada e o objetivo operacional. Estruturamos o escopo técnico com entregáveis claros, do diagnóstico ao startup e operação assistida.

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