← Voltar ao início

Setor · Etanol de milho

Automação para usinas de etanol de milho, DDGS e óleo de milho.

Liquefação, sacarificação, fermentação, destilação, evaporação, secagem de DDGS e extração de óleo de milho. PlantPAx adaptado para usinas dedicadas e flex (cana + milho), atendendo o Centro-Oeste e Sul do Brasil.

Stack
PlantPAx · FactoryTalk · ControlLogix
Foco
Etanol de milho · DDGS · Óleo
Modos
Dedicada e flex (cana + milho)

Pontos de atenção

Desafios recorrentes em usinas de etanol de milho.

01

Operação flex sem padrão claro entre safras

Cana e milho compartilham infraestrutura mas exigem receitas, dosagens, temperaturas e tempos diferentes. Sem padronização, cada transição vira evento de risco operacional.

02

Fermentação contínua sem visibilidade real

Operação por intuição de fermentador sênior, sem dado de mosto, levedura, temperatura e álcool em tempo real. Variabilidade de batelada não rastreada.

03

Secagem de DDGS consome energia em excesso

Sem controle fino da umidade de saída, da temperatura e do tempo de residência, o DDGS sai da especificação nutricional e eleva o consumo específico de vapor e energia na secagem.

04

Liquefação e sacarificação dependem de operador

Dosagem de enzimas, controle de pH e temperatura sem automação adequada. Rendimento varia por turno e por operador.

05

Integração com cogeração mal coordenada

Na mudança do modo cana para milho, o balanço térmico e elétrico precisa considerar bagaço disponível, biogás, gás natural e demais fontes da planta.

06

Rastreabilidade de lote para certificação

Mercado de etanol e DDGS exige rastreabilidade fiscal e de qualidade. Planilha não atende — precisa integração com MES e ERP.

Método

Da arquitetura-alvo ao startup, governando usinas dedicadas e flex.

  1. Diagnóstico de processo e instrumentação: mapeamos em campo as unidades de moagem a seco (dry grind), cozimento, liquefação, sacarificação, fermentação, destilação e secagem de DDGS, consolidando a Lista de I/O e Instrumentação e os requisitos de transição entre safras.
  2. Arquitetura-alvo e Especificação Funcional: definimos a Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) com controladores segregados por área e elaboramos a Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS) contemplando os modos cana e milho.
  3. Engenharia de aplicação, receitas e intertravamentos: desenvolvemos as sequências de batelada (ISA-88) para dosagem enzimática, propagação de levedura e CIP, além da Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) para proteção de moinhos de martelo, centrífugas decanter, evaporadores e secadores de DDGS.
  4. TAF/FAT integrado com simulação de processo: executamos o Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica (TAF/FAT) validando partidas a frio, transições operacionais cana→milho, rejeição de distúrbios térmicos na fermentação e paradas seguras de emergência.
  5. Cutover planejado na janela de transição: aplicamos o Plano de Cutover com Rollback durante a entressafra ou parada programada, comissionando malhas e intertravamentos no Teste de Aceitação em Campo (TAC/SAT) sem comprometer o cronograma de moagem.
  6. Startup assistido e documentação As-Built: acompanhamos a operação assistida nos modos dedicado e flex, realizamos a sintonia fina das malhas de destilação e umidade de DDGS, treinamos os operadores e entregamos a Documentação As-Built completa.

Entregas técnicas

Engenharia e documentação entregues para liquefação, fermentação, destilação e secagem de DDGS.

Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) dimensionada por área operacional (recepção e armazenagem de milho, moagem, liquefação, fermentação, destilação/peneira molecular, separação de óleo e secagem de DDGS).

Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS), Lista de I/O e Instrumentação e Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) detalhando todas as malhas de controle, permissivos de partida e lógicas de proteção da usina.

Gestão de receitas e bateladas baseada na norma ISA-88 para cozimento e liquefação (controle de razão água/fubá, pH, temperatura em jet cookers e dosagem de alfa-amilase) e fermentação (glicoamilase, ureia, antibióticos e controle térmico de dornas).

Controle avançado de recuperação de coprodutos: malhas de centrifugação em decanters, concentração de xarope em evaporadores, tricanters de extração de óleo de milho e secadores de DDGS/WDG com controle de umidade de saída em malha fechada.

Integração vertical OT/IT via OPC UA com PIMS/Historian, LIMS laboratorial (HPLC, umidade, proteína), MES e ERP (SAP/TOTVS) para balanço de massa, rastreabilidade de lote e cibersegurança OT aderente à IEC 62443.

Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica e Campo (TAF/FAT e TAC/SAT), Plano de Cutover com Rollback e Documentação As-Built entregues para operação padronizada e manutenção autônoma 24/7.

FAQ

Perguntas frequentes sobre etanol de milho.

Usina flex cana-milho exige duas arquiteturas separadas?

Não. A arquitetura PlantPAx unifica as duas matérias-primas com bibliotecas e padrões de receita ISA-88 específicos para cada processo. O projeto governa a transição operacional entre safra de cana e safra de milho para que fermentação, destilação e cogeração operem com estabilidade nos dois modos.

Qual a diferença operacional entre fermentação de cana e de milho?

Cana usa fermentação descontínua alimentada (Melle-Boinot) com reciclo de levedura; milho usa fermentação contínua ou batelada longa sem reciclo, precedida por moagem, cozimento, liquefação e sacarificação enzimática. Os controles de perfil térmico, pH e dosagem de enzimas são distintos. As bibliotecas de controle e as telas de operação precisam refletir essa diferença operacional.

DDGS exige controle especial?

Sim. A separação por decanters, a evaporação do xarope, a extração de óleo e a secagem em secadores rotativos ou ring dryers determinam o balanço térmico e a qualidade nutricional do DDGS. O controle em malha fechada de umidade de saída, temperatura de secagem, reciclo de produto seco e tempo de residência mantém o produto na especificação comercial sem sobreconsumo de vapor.

A cogeração da cana cobre a operação de milho fora da safra?

A operação de milho na entressafra da cana exige coordenação rigorosa do balanço de vapor e energia elétrica entre caldeiras de biomassa estocada (bagaço, cavaco de eucalipto) e utilidades. Na planta flex, a arquitetura de controle gerencia a transição entre os modos operacionais e ajusta a demanda térmica da destilaria e dos secadores de DDGS à disponibilidade real da cogeração.

Próximo passo

Transforme o desafio da planta em um plano de engenharia executável.

Compartilhe o processo, a plataforma atual, as janelas de parada e o objetivo operacional. Estruturamos o escopo técnico com entregáveis claros, do diagnóstico ao startup e operação assistida.

Converse diretamente com Rafhael Feitosa