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Setor · Refino de óleo

Automação para refinarias de óleo vegetal e biodiesel.

Degomagem, neutralização, branqueamento, hidrogenação, desodorização, envase e biodiesel. PlantPAx com gestão de receitas para soja, milho, girassol e produção flex de biodiesel.

Integra Automação Industrial — refino de óleo vegetal
Stack
PlantPAx · FactoryTalk · ControlLogix
Foco
Refino contínuo · Biodiesel
Multi-matéria
Soja · Milho · Girassol

Onde dói

Pontos de dor típicos em refinarias.

01

Troca de óleo gera contaminação cruzada

Mudança soja → milho → girassol sem procedimento automatizado de purga. Lote inicial sai fora de spec, vai para reprocesso, perde margem.

02

Hidrogenação fora do alvo de seletividade

Pressão, temperatura e dosagem de catalisador sem malha fechada. Geração de isômeros trans acima do desejado, reprocesso recorrente.

03

Desodorização consome vapor em excesso

Vácuo e temperatura sem otimização. Custo de utilidades subindo sem ganho proporcional de qualidade.

04

Biodiesel com variabilidade entre bateladas

Spec ANP apertada, dosagem de metanol/etanol e catalisador sem precisão suficiente. Risco de lote rejeitado.

05

Integração com esmagamento upstream frágil

Falta de visibilidade entre extração de óleo bruto e refino. Estoques intermediários sem rastreabilidade.

06

Rastreabilidade fiscal e ANP exigem dado consistente

Controles de qualidade ainda em planilha. Auditoria ANP virou tema recorrente.

Método

Da arquitetura ao startup, com risco controlado.

  1. Diagnóstico: levantamento de processo (degomagem, neutralização, branqueamento, hidrogenação, desodorização, envase), instrumentação e padrões.
  2. Arquitetura-alvo: PlantPAx com gestão S88 de receitas, segmentação por área, integração com utilidades.
  3. Engenharia: bibliotecas para cada óleo, batches de troca de produto, malhas de otimização energética.
  4. FAT: testes integrados com cenários de troca de óleo, hidrogenação seletiva, desodorização.
  5. Cutover: parada programada, comissionamento por área, rollback preparado.
  6. Startup: acompanhamento das primeiras semanas, refinamento de malhas, ajuste fino de procedimentos.

Entregas

Cobertura de uma engenharia bem amarrada.

Arquitetura PlantPAx com ControlLogix por seção (degomagem, neutralização, branqueamento, hidrogenação, desodorização, envase).

Gestão de receitas S88 para múltiplos óleos com versionamento e controle de troca de produto.

Controle de hidrogenação com malha fechada de seletividade, dosagem de catalisador e ciclo de regeneração.

Otimização de utilidades: vapor, vácuo, água gelada, ar comprimido — recuperação de calor onde aplicável.

Integração com SAP, MES, controle de qualidade laboratorial e OT/IT para BI de produção.

Cibersegurança OT conforme IEC 62443: zonas, hardening, monitoramento.

FAQ

Perguntas frequentes sobre refino de óleo vegetal.

Refinaria que processa múltiplos óleos exige arquitetura especial?

Exige gestão rigorosa de receitas e procedimentos de troca sem contaminação cruzada. Cada óleo tem perfil diferente — desodorização e branqueamento ajustam parâmetros. PlantPAx com S88 cobre essa flexibilidade.

Hidrogenação ainda faz sentido com a tendência trans-free?

Sim, em hidrogenação parcial controlada para gorduras especiais e margarinas técnicas. Controle preciso de pressão H2, temperatura, catalisador e seletividade segue sendo demanda técnica.

Biodiesel B10 e B15 mudam algo na automação?

Sim. Maior percentual exige controle preciso da transesterificação e separação. Spec ANP apertada — automação garante consistência. Rota etílica tem desafios adicionais de eficiência.

Como reduzir consumo energético do refino?

Otimização do branqueamento, recuperação de calor entre desodorização e secagem, controle preciso de vácuo e vapor. Automação com malhas bem ajustadas reduz 5-15% sem investimento em equipamento novo.