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Setor · Grãos e sementes

Automação para armazéns de grãos e tratamento de sementes.

Recebimento, classificação, secagem, armazenagem, expedição e UBS. PlantPAx integrado com ERP cooperativo, balanças rodoviárias, amostradores automáticos e rastreabilidade fiscal lote a lote.

Stack
PlantPAx · CompactLogix · ControlLogix
Foco
Recepção · Secagem · Expedição · UBS
Integração
ERP cooperativo · MAPA

Pontos de atenção

Desafios recorrentes em armazéns e UBS.

01

Pico de safra trava o portão

Recepção manual ou semi-automática vira gargalo. Caminhão espera, motorista reclama, fluxo do produtor cai.

02

Classificação inconsistente entre amostradores

O critério varia por turno e por operador. Divergências na classificação com o produtor geram retrabalho operacional e fiscal.

03

Secagem fora do alvo gasta energia

Sem controle em malha fechada da umidade de saída, o grão seca em excesso, gerando quebra técnica de peso, ou sai úmido, elevando o risco de deterioração no silo.

04

Rastreabilidade interna manual

Movimentação entre silos e tulhas em planilha. Dificuldade de saber exatamente onde está cada lote.

05

UBS sem rastreabilidade lote a lote

Tratamento de sementes exige registro MAPA por lote. Operação em planilha ou caderno gera risco de auditoria.

06

Expedição lenta no pico

Carregamento sem coordenação com balança e ERP. Caminhão leva tempo demais para ser despachado.

Método

Da arquitetura ao startup na safra, com rotas intertravadas e zero perda de lote.

  1. Diagnóstico de fluxo e entressafra: levantamos em campo as rotas de recepção, moegas, máquinas de pré-limpeza, secadores, transportadores (correias, redlers e elevadores), silos, expedição e UBS, gerando a Lista de I/O e Instrumentação completa.
  2. Arquitetura-alvo e Especificação Funcional: definimos a Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) integrada às balanças rodoviárias e ao ERP, documentando todas as rotas e regras operacionais na Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS).
  3. Engenharia de rotas, secagem e intertravamentos: desenvolvemos o selecionador automático de rotas (evitando mistura de grãos e embuchamento de elevadores), o controle de secagem e a Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) com sensores de desalinhamento, rotação (zero-speed) e nível.
  4. TAF/FAT integrado de rotas e transbordo: executamos o Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica (TAF/FAT) simulando o fluxo completo (recepção → limpeza → secagem → armazenagem → expedição), receitas de UBS e falhas de sensores ou comunicação com o ERP.
  5. Cutover programado antes do pico de safra: aplicamos o Plano de Cutover com Rollback na entressafra, validando acionamentos, válvulas direcionadoras e intertravamentos no Teste de Aceitação em Campo (TAC/SAT) sem comprometer o recebimento.
  6. Startup assistido na safra e entrega As-Built: acompanhamos o início do recebimento em campo para sintonia fina de secadores e dosadores de sementes, treinamento da operação e entrega da Documentação As-Built atualizada.

Entregas técnicas

Engenharia e documentação entregues para recepção, secagem, armazenagem e tratamento de sementes (UBS).

Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) distribuída por setores (tombadores, moegas, pré-limpeza, secadores, bateria de silos, tulhas de expedição e UBS), com supervisão centralizada e redundância.

Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS), Lista de I/O e Instrumentação e Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) cobrindo sequência de partida/parada em cascata de transportadores, registros e válvulas duas/três vias.

Automação de pátio e recepção: integração com balanças rodoviárias, cancelas, semáforos, leitores RFID/código de barras, caladores pneumáticos e medidores de umidade online.

Controle em malha fechada de secadores (temperatura de fornalha, coluna de grãos e velocidade de descarga por umidade de saída) e integração com sistemas de termometria e aeração de silos.

Automação de UBS (Tratamento Industrial de Sementes) sob norma ISA-88: receitas por cultivar, dosagem mássica de defensivos, inoculantes e polímeros, e geração automática de relatórios de conformidade MAPA integrados ao ERP (SAP/TOTVS) via OPC UA e MQTT.

Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica e Campo (TAF/FAT e TAC/SAT), Plano de Cutover com Rollback e Documentação As-Built entregues para operação segura durante todo o pico de safra.

FAQ

Perguntas frequentes sobre armazéns e UBS.

Por que automatizar a recepção e a pesagem em um armazém?

O pico de safra concentra o recebimento em poucas semanas. A integração direta entre balança rodoviária, calador/amostrador, tombador, rotas de moega e ERP elimina digitação manual, impede mistura indevida de lotes nos transportadores e garante rastreabilidade fiscal desde a entrada do caminhão até a expedição.

Secagem em batelada ou contínua?

A escolha segue a vazão nominal e a finalidade do grão. Secadores contínuos atendem grandes volumes comerciais de soja e milho; secadores intermitentes ou em batelada preservam o vigor e a germinação em sementes e lotes segregados. Em ambos os casos, a automação controla a temperatura da massa de grãos, a velocidade de descarga e a umidade de saída em malha fechada.

UBS (Unidade de Beneficiamento de Sementes) tem requisito diferente?

Sim. O Tratamento Industrial de Sementes (TSI) exige dosagem gravimétrica ou mássica de fungicidas, inseticidas, inoculantes, micronutrientes e polímeros com erro inferior a 1%, além de rastreabilidade estrita lote a lote para conformidade com o MAPA. A automação bloqueia desvios de receita, registra o histórico de cada batelada e integra os laudos de vigor e germinação.

Como integrar com o ERP da cooperativa?

Recebimento, classificação de umidade e impureza, rotas de transilagem, secagem e expedição são mapeados diretamente para as transações do ERP (SAP, TOTVS ou sistema cooperativo). A integração via OPC UA, MQTT ou APIs transacionais preserva identificadores de produtor, romaneio, silo de destino, lote e nota fiscal sem intervenção manual.

Próximo passo

Transforme o desafio da planta em um plano de engenharia executável.

Compartilhe o processo, a plataforma atual, as janelas de parada e o objetivo operacional. Estruturamos o escopo técnico com entregáveis claros, do diagnóstico ao startup e operação assistida.

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