Pico de safra trava o portão
Recepção manual ou semi-automática vira gargalo. Caminhão espera, motorista reclama, fluxo do produtor cai.
Setor · Grãos e sementes
Recebimento, classificação, secagem, armazenagem, expedição e UBS. PlantPAx integrado com ERP cooperativo, balanças rodoviárias, amostradores automáticos e rastreabilidade fiscal lote a lote.
Pontos de atenção
Recepção manual ou semi-automática vira gargalo. Caminhão espera, motorista reclama, fluxo do produtor cai.
O critério varia por turno e por operador. Divergências na classificação com o produtor geram retrabalho operacional e fiscal.
Sem controle em malha fechada da umidade de saída, o grão seca em excesso, gerando quebra técnica de peso, ou sai úmido, elevando o risco de deterioração no silo.
Movimentação entre silos e tulhas em planilha. Dificuldade de saber exatamente onde está cada lote.
Tratamento de sementes exige registro MAPA por lote. Operação em planilha ou caderno gera risco de auditoria.
Carregamento sem coordenação com balança e ERP. Caminhão leva tempo demais para ser despachado.
Método
Entregas técnicas
Arquitetura de Controle e Rede (PlantPAx / ControlLogix / CPwE) distribuída por setores (tombadores, moegas, pré-limpeza, secadores, bateria de silos, tulhas de expedição e UBS), com supervisão centralizada e redundância.
Especificação Funcional / Memorial Descritivo (FDS), Lista de I/O e Instrumentação e Matriz de Causa e Efeito (Intertravamento) cobrindo sequência de partida/parada em cascata de transportadores, registros e válvulas duas/três vias.
Automação de pátio e recepção: integração com balanças rodoviárias, cancelas, semáforos, leitores RFID/código de barras, caladores pneumáticos e medidores de umidade online.
Controle em malha fechada de secadores (temperatura de fornalha, coluna de grãos e velocidade de descarga por umidade de saída) e integração com sistemas de termometria e aeração de silos.
Automação de UBS (Tratamento Industrial de Sementes) sob norma ISA-88: receitas por cultivar, dosagem mássica de defensivos, inoculantes e polímeros, e geração automática de relatórios de conformidade MAPA integrados ao ERP (SAP/TOTVS) via OPC UA e MQTT.
Caderno de Testes de Aceitação em Fábrica e Campo (TAF/FAT e TAC/SAT), Plano de Cutover com Rollback e Documentação As-Built entregues para operação segura durante todo o pico de safra.
FAQ
O pico de safra concentra o recebimento em poucas semanas. A integração direta entre balança rodoviária, calador/amostrador, tombador, rotas de moega e ERP elimina digitação manual, impede mistura indevida de lotes nos transportadores e garante rastreabilidade fiscal desde a entrada do caminhão até a expedição.
A escolha segue a vazão nominal e a finalidade do grão. Secadores contínuos atendem grandes volumes comerciais de soja e milho; secadores intermitentes ou em batelada preservam o vigor e a germinação em sementes e lotes segregados. Em ambos os casos, a automação controla a temperatura da massa de grãos, a velocidade de descarga e a umidade de saída em malha fechada.
Sim. O Tratamento Industrial de Sementes (TSI) exige dosagem gravimétrica ou mássica de fungicidas, inseticidas, inoculantes, micronutrientes e polímeros com erro inferior a 1%, além de rastreabilidade estrita lote a lote para conformidade com o MAPA. A automação bloqueia desvios de receita, registra o histórico de cada batelada e integra os laudos de vigor e germinação.
Recebimento, classificação de umidade e impureza, rotas de transilagem, secagem e expedição são mapeados diretamente para as transações do ERP (SAP, TOTVS ou sistema cooperativo). A integração via OPC UA, MQTT ou APIs transacionais preserva identificadores de produtor, romaneio, silo de destino, lote e nota fiscal sem intervenção manual.
Próximo passo
Compartilhe o processo, a plataforma atual, as janelas de parada e o objetivo operacional. Estruturamos o escopo técnico com entregáveis claros, do diagnóstico ao startup e operação assistida.
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